Basquete masculino

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SONHO SE TRANSFORMA EM PESADELO PARA O TÉCNICO ABDALA SALOMÃO
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Todos os atletas e técnicos de equipes emergentes do basquete brasileiro sonham em, um dia, disputar a elite do basquete nacional, que hoje é o Novo Basquete Brasil (NBB). Para o técnico Abdala Salomão Neto o pensamento não é diferente, entretanto, o ex-jogador não esperava que essa aspiração virasse um verdadeiro pesadelo.

Depois de comandar o Clube do Remo e conquistar o título do Campeonato Paraense Adulto Masculino por duas vezes consecutivas, Salomão foi contratado pelo Santos FC, de Macapá, no Amapá, para disputar a Liga Ouro – 2017, competição de acesso ao Novo Basquete Brasil (NBB), organizada e administrada pela Liga Nacional de Basquete (LNB).

“Montamos um time dentro das condições apresentadas pelo clube na minha chegada, para brigar na parte de cima da tabela, lutando por uma vaga na elite do basquete brasileiro, mas infelizmente, Gilmar Justo, diretor/supervisor da equipe, não cumpriu o que foi acordado comigo e também com os jogadores. Isso atrapalhou bastante o desempenho do time na disputa da Liga Ouro e resultou na minha saída do comando técnico do referido clube”, relata Abdala, que ficou indignado com algumas atitudes do dirigente do Santos FC de Macapá.

“Foram várias ocorrências negativas envolvendo a direção da equipe, incluindo o pagamento de um hotel, entre outras coisas. Tudo isso foi relatado a Liga Nacional de Basquete (LNB), que multou a equipe por não cumprir itens do regulamento quando mandante, porém, ainda não tomou nenhuma atitude com relação à falta de pagamento dos salários dos atletas e também da comissão técnica”, acrescenta Salomão, lembrando que o fisioterapeuta deixou o time motivado por atraso salarial.

O técnico Abdala Salomão, que comandou o Santos FC, de Macapá, por um mês e 26 dias, deixando a equipe na terceira colocação na classificação geral da Liga Ouro – 2017 e foi comunicado de sua dispensa pelo WhatsApp, espera contar com o auxílio da Associação dos Treinadores, bem como, acredita que os atletas terão todo o respaldo de sua entidade também. “Recebi uma parte do salário do primeiro mês, depois não mais. Infelizmente, esse tipo de situação ainda acontece no esporte nacional, incluindo o basquete, que está lutando bravamente pelo seu refortalecimento”, finaliza.

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